sab o q eu queria saber?? se é impossivel ter PAZ perto da minha mae!! :/ eu realmente não sei como a gente consegue brigar tanto.. a voz dela me irrita as vezes.. me enxe o saco kse 24 hras.. tudo bem q eu sei q eh papel de mãe educar.. mas caramba.. uma trééégua pelo amor de Deus!! essas atitudes dela ao invez de educar as vezes me deixa mais rebelde ainda.. sera q ela nao percebe?? sera q ela nao sab o q eh respeito?? privacidade?? liberdade de expressão?? caramba tem dias q eu nao quero levantar da cama.. tem dias q eu nao quero fazer nada... quero ficar queta.. mas poxa me dexa queta.. se eu to de mal humor me ignora.. me dexa queta nao me pertuba... vou fazer um MANUAL pra ela .-. caramba... falta um pouco de desconfiometro nela.. certeza.. ela nao percebe q maxuca as merdas q ela fala de mim?? meu ela tem manias e surtos q eu nao aguento.. cara odeiooo qndo ela vem com graça de sempre ACHAR que esta certa.. tenho VERGONHA de ter uma mãe assim.. e ainda perco tempo me irritando e me maxucando com ela... dou mto ibope pra ela neh?? mas maxuca.. vou fazer o q :/ ela tem o DOM!!
nenhuma das minhas amigas são boas o suficiente.. nunca posso trazer ngm em casa pq ela tem ciumes do meu pai.. não posso andar de sutian e calcinha do banheiro ateh meu quarto se meu pai tah em casa.. se eu tenho amigas, ou eu sou lesbica ou a minha amiga eh puta e eu to indo pro lado da putaria tbm... ahh, TODAS AS MINHAS AMIGAS dão em cima do meu pai!! mesmo q nem conheça ele.. isso na cabeça DELA!! paranóóóóóóia... e dpois pergunta pq nao conhece nenhuma das minhas amigas!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk eu tenho q rir neh??
isso é só um pouco das coisas q ela faz e fala e causa em mim!! tem mto mais.. mto mas mtoo mesmooo.. mas cansei de falar de gente q nao merece nem o pouco sentimento de amor q eu sinto por ela.. axo q se eu pudesse escolher, eu escolheria qualquer coisa, menos viver perto dela.. Dinheiro não eh tudo... só quero RESPEITO!!! sera q ela conhece o q eh isso?? oO"
bom eh isso.. um dia eu sumo daki e nao volto nem pro enterro dela!!! só dexa aparecer uma boa oportunidade q ela nunca mais vai ouvir falar de mim!!
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
A Pequenitude das Coisas Grandes.
A Pequenitude das Coisas Grandes.
maio 12, 2010 por romanceemapuros
Lembro de uma fixação latente por mãos. Talvez ela nem saiba que tem mãos ansiosas. Ela não quer saber de uma porção de coisas. Talvez saiba demais. Talvez eu a tenha deixado saber demais. De boca fechada, meus olhos gritam mais alto que o barulho da tevê que ilumina o quarto. Lembro de fechá-los por vontade própria, a fim de que ela não me visse despido de tudo que eu crio pra que ela não preste muita atenção em mim.
Distrações. Uma grande orquestra tocando uma pequena canção. Detalhes singelos que ganham proporções quase épicas. As mãos ansiosas. Lembro de jogar pedras naquela janela para, quem sabe, enxergar através das brechas algo que me mostre que eu não sou o único perdendo a razão aqui, nesse sofá. Sinto que somos como dois carrosséis que giram em sentidos opostos. Eu não quero saber o que acontece quando estamos de costas um para o outro.
Há pouco estávamos aqui, enxergando um ao outro de uma distância que pode ser medida com os dedos de uma mão. Em meu carpete, marcas de sapatos que viajaram o universo procurando sentir aquilo. E eu senti tudo aqui, quieto. Fechava os olhos sempre que sentia os meus pensamentos tentando saltar através das órbitas. Tive medo de vê-los derramados pelos lençóis, de vê-la olhando atônita para aquilo tudo, como se não fosse capaz de ouvir os meus olhos gritando.
Já tive sentimentos imensuráveis. Imensurável também era tudo que vinha agregado ao fato de sentir algo que não cabe no peito. A orquestra foi perdendo, aos poucos, seus membros mais importantes, até que o desfalque era tamanho que me feria os ouvidos. Uma desafinada sinfonia, sem melodia nem cadência, conduzida por um maestro que não está mais lá. Hoje minha filarmônica ensaia um movimento diferente, que eu tento chamar, mas não consigo, de distração. Uma grande orquestra tocando uma pequena canção.
E a música dela é nova, é rara, é curta, e quase nunca toca no meu gramofone. Mas é no mesmo tom da minha. Ela parece não saber que cada nota ficou na minha cabeça, como uma partitura escrita pelas paredes da minha casa. Ela parece não querer saber. Mas cá estou eu, sempre falando um pouco demais.
Porra, guria. Porra. Quem te escreveu assim?
Lucas - Fresno o//
meuuu nao sei pq mas esses textos dele me faz um bem!!
porra guriii porra qm te escreveu assim?? :S
amoo (L) qndo crescer vou ter metade da inteligencia do Lucas ;)
maio 12, 2010 por romanceemapuros
Lembro de uma fixação latente por mãos. Talvez ela nem saiba que tem mãos ansiosas. Ela não quer saber de uma porção de coisas. Talvez saiba demais. Talvez eu a tenha deixado saber demais. De boca fechada, meus olhos gritam mais alto que o barulho da tevê que ilumina o quarto. Lembro de fechá-los por vontade própria, a fim de que ela não me visse despido de tudo que eu crio pra que ela não preste muita atenção em mim.
Distrações. Uma grande orquestra tocando uma pequena canção. Detalhes singelos que ganham proporções quase épicas. As mãos ansiosas. Lembro de jogar pedras naquela janela para, quem sabe, enxergar através das brechas algo que me mostre que eu não sou o único perdendo a razão aqui, nesse sofá. Sinto que somos como dois carrosséis que giram em sentidos opostos. Eu não quero saber o que acontece quando estamos de costas um para o outro.
Há pouco estávamos aqui, enxergando um ao outro de uma distância que pode ser medida com os dedos de uma mão. Em meu carpete, marcas de sapatos que viajaram o universo procurando sentir aquilo. E eu senti tudo aqui, quieto. Fechava os olhos sempre que sentia os meus pensamentos tentando saltar através das órbitas. Tive medo de vê-los derramados pelos lençóis, de vê-la olhando atônita para aquilo tudo, como se não fosse capaz de ouvir os meus olhos gritando.
Já tive sentimentos imensuráveis. Imensurável também era tudo que vinha agregado ao fato de sentir algo que não cabe no peito. A orquestra foi perdendo, aos poucos, seus membros mais importantes, até que o desfalque era tamanho que me feria os ouvidos. Uma desafinada sinfonia, sem melodia nem cadência, conduzida por um maestro que não está mais lá. Hoje minha filarmônica ensaia um movimento diferente, que eu tento chamar, mas não consigo, de distração. Uma grande orquestra tocando uma pequena canção.
E a música dela é nova, é rara, é curta, e quase nunca toca no meu gramofone. Mas é no mesmo tom da minha. Ela parece não saber que cada nota ficou na minha cabeça, como uma partitura escrita pelas paredes da minha casa. Ela parece não querer saber. Mas cá estou eu, sempre falando um pouco demais.
Porra, guria. Porra. Quem te escreveu assim?
Lucas - Fresno o//
meuuu nao sei pq mas esses textos dele me faz um bem!!
porra guriii porra qm te escreveu assim?? :S
amoo (L) qndo crescer vou ter metade da inteligencia do Lucas ;)
terça-feira, 11 de maio de 2010
Texto feito por Lucas Silveira - Fresno
Algumas Canções.
Costumo pensar que uma música tem cerca de trinta segundos para capturar a atenção dos meus ouvidos. É, normalmente, o tempo que a gente se permite escutar algo totalmente novo, antes de se entediar, passando para a próxima canção. É costumeiro eu ir passando um disco inteiro, ouvindo os primeiros segundos de cada música, até achar uma que me encante, mas que me encante rápido. Imediatismo? AHAM.
Havia canções cujos refrões me cansavam. Refrões que eu não quero e não vou repetir. É que, certas vezes, a outra parte não percebe o quão prejudicial para a alma é ser lembrado a cada minuto dos nossos defeitos. São refrões que eu prometi para mim mesmo, não mais cantar. “E desde quando você acha que pode saber mais de mim do que eu?” – é o que tenho cantado. Próxima faixa.
Tenho ouvido introduções marcantes. Mas as pontes, os pré-refrões, de tão empolgantes, têm gerado apenas frustração, pois invariavelmente tenho me deparado com refrões difíceis/incompreensíveis. Versos demais, rimas demais, notas difíceis de se alcançar, muitas delas feitas para não serem alcançadas. Se tu esperares demais do mundo, das pessoas ao teu redor, podes ter uma única certeza: a decepção, implacável e impetuosa. “Coração vazio não bombeia sangue”. Eu quero assoviar uma melodia que me lembre alguém, mas eu não sei nem assoviar. Próxima. Próxima. Next!
Tá.
Um dia desses, eis que me invade os fones uma melodia nova. Eu jamais poderia dizer o próximo acorde que viria, pois tudo se desdobrava nos mais intrincados trechos, novas partes, em andamentos diferentes, mudando a cada maldito compasso. Em versão resumida: não consegui te decorar, não sei te tocar, e me pergunto algumas vezes por dia quando é que vou ouvir novamente, essa canção.
A música estava no ar o tempo todo, eu é que estava usando fones.
Passei o tempo todo despejando notas na tua melodia. Deixa que eu canto. Gostei de ti assim, instrumental.
Postado em abril 23, 2010 por Lucas Silveira
~~> http://romanceemapuros.wordpress.com/
Eu gostei!! a interpretação vai de pessoa para pessoa!! ;)
e Obrigada Lucas por deixar eu colocar aqui conforme no Twitter
re_doidera_ @lucasfresno Posso usar um texto seu no meu Blog??? :X
lucasfresno @re_doidera_ claro! com os devidos créditos.
Beijos e eu to mega feliz ;)
Costumo pensar que uma música tem cerca de trinta segundos para capturar a atenção dos meus ouvidos. É, normalmente, o tempo que a gente se permite escutar algo totalmente novo, antes de se entediar, passando para a próxima canção. É costumeiro eu ir passando um disco inteiro, ouvindo os primeiros segundos de cada música, até achar uma que me encante, mas que me encante rápido. Imediatismo? AHAM.
Havia canções cujos refrões me cansavam. Refrões que eu não quero e não vou repetir. É que, certas vezes, a outra parte não percebe o quão prejudicial para a alma é ser lembrado a cada minuto dos nossos defeitos. São refrões que eu prometi para mim mesmo, não mais cantar. “E desde quando você acha que pode saber mais de mim do que eu?” – é o que tenho cantado. Próxima faixa.
Tenho ouvido introduções marcantes. Mas as pontes, os pré-refrões, de tão empolgantes, têm gerado apenas frustração, pois invariavelmente tenho me deparado com refrões difíceis/incompreensíveis. Versos demais, rimas demais, notas difíceis de se alcançar, muitas delas feitas para não serem alcançadas. Se tu esperares demais do mundo, das pessoas ao teu redor, podes ter uma única certeza: a decepção, implacável e impetuosa. “Coração vazio não bombeia sangue”. Eu quero assoviar uma melodia que me lembre alguém, mas eu não sei nem assoviar. Próxima. Próxima. Next!
Tá.
Um dia desses, eis que me invade os fones uma melodia nova. Eu jamais poderia dizer o próximo acorde que viria, pois tudo se desdobrava nos mais intrincados trechos, novas partes, em andamentos diferentes, mudando a cada maldito compasso. Em versão resumida: não consegui te decorar, não sei te tocar, e me pergunto algumas vezes por dia quando é que vou ouvir novamente, essa canção.
A música estava no ar o tempo todo, eu é que estava usando fones.
Passei o tempo todo despejando notas na tua melodia. Deixa que eu canto. Gostei de ti assim, instrumental.
Postado em abril 23, 2010 por Lucas Silveira
~~> http://romanceemapuros.wordpress.com/
Eu gostei!! a interpretação vai de pessoa para pessoa!! ;)
e Obrigada Lucas por deixar eu colocar aqui conforme no Twitter
re_doidera_ @lucasfresno Posso usar um texto seu no meu Blog??? :X
lucasfresno @re_doidera_ claro! com os devidos créditos.
Beijos e eu to mega feliz ;)
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